quarta-feira, 29 de junho de 2011

Doces Light !!!
 Bolo Preto e Branco
 Tortinha de Padaria
Torta de Frutas 
     Empada             

A empada ou empadinha é uma espécie de salgado popular no Brasil e em Portugal. De origem desconhecida, é encontrado em quase todos os lugares do mundo. Provavelmente, tem origem nos pastelões portugueses, que consistiam em grandestortas salgadas, com recheios diversos, com forte influência medieval. No século XIX os pastelões pequenos eram conhecidos como empadas de caixa. Nesse mesmo período na cidade do Rio de Janeiro, eram muito apreciadas as empadas com recheio de camarão, palmito, peixe e galinha. Eram famosas as empadinhas de camarão da Confeitaria Colombo. Uma outra razão do sucesso das empadas e empadões, era de que serviam como refeições para os seguidores da Igreja Católica, nos dias de abstinência de consumo de carne de vaca ou suína. Em Portugal, as empadas de frango são hoje as mais populares, sendo possível encontrá-las na maior parte dos cafés e pastelarias, assim como adquiri-las em supermercados.
O salgado é feito de massa podre (massa preparada de farinha com gordura para assar), com recheios variados: carne, carne-seca, frango, requeijão (catupiry), camarão, palmito, entre outros.
A etimologia da palavra empada é uma simplificação para a palavra empanada (também usada no idioma espanhol), com origem no latim panis, que significa pão. O significado mais próximo seria de iguaria de massa com recheio de carne (normalmente), com fechamento (tampa) da própria massa. Nos Estados Unidos da América pode-se encontrar uma empada de frango, chamada chicken pie, e na Inglaterra encontra-se uma empada de frango e cogumelos,e a famosa Melton Mowbray Pie, recheada com carne de porco.

                                                            

Pesto de Manjericão

Pesto


A história do molho é muito antiga e confunde-se com a da região italiana da Ligúria, cuja capital é Gênova. No século 19, a família Ratto, de origem genovesa, batizou um molho recém-inventado de Battuto o sapore all’aglio e definiu a sua composição da seguinte maneira: um dente de alho, manjericão, queijo pecorino e parmesão ralado. Tudo era amassado com um pouco de manteiga até se tornar uma pasta que, depois, era banhada por óleo de oliva.

O nome que entrou para a história, provavelmente, está relacionado com o ato de amassar a mistura. Muito antes das maravilhas tecnológicas esmagarem as coisas por nós, os ingredientes se transformavam nos pilões, em um processo que, na Itália, era chamado de pestare. Daí para a abreviatura pesto bastou uma pitada de sal.

A base das receitas, porém, é sempre a mesma: folhas de manjericão, alho, pinoli, queijos parmesão e pecorino, azeite extravirgem e sal. Vale lembrar que o pinoli é um pinhão típico da região do Mediterrâneo que pode ser encontrado nas casas que vendem produtos importados.

Os genoveses fazem questão de lembrar que manjericão bom é o que nasce naquela região. Dizem até que a alma do pesto genovês é o manjericão lígure, ou Ocimum basilicum, cuja origem, assim como as demais variedades, está nas áreas tropicais da Ásia e África. O bairrismo é tanto que os genevoses sustentam que o manjericão cultivado em outros lugares apresenta "aromas desaconselháveis”.

Devido à forma de suas folhas, que lembram o formato do coração, o manjericão chegou a ser considerado um símbolo do amor. Há pelo menos quatro mil anos, os hindus, percussores da cultura, levaram a erva para o Egito, que acabou se espalhando pelas mesas de todo o mundo. Uma curiosidade: no século passado, o manjericão era usado pelos sapateiros para atenuar o cheiro do couro.

Ingredientes

1      xícara de manjericão
2      1 dente de alho
1/2 xícara de um bom azeite extra virgem
Pitada de sal grosso
100g de queijo parmesão
4 Pinoli
Macarrão capellini n° 1 já cozido com um fio de azeite.




Pães !!!!!

Pães  
Pão é um alimento elaborado com farinha, geralmente de trigo ou outro cerealágua e sal, formando uma massa com uma consistência elástica que permite dar-lhe várias formas. A esta mistura básica podem acrescentar-se vários ingredientes, desdegordura a especiarias, passando por carne (geralmente curada), frutas secas ou frutas cristalizadas, etc.
Existem dois tipos básicos de pão:
  1. O pão levedado, a que se acrescentou à massa levedura ou fermento geralmente cozido (assado) num forno, produzindo pães mais ou menos macios, em que a massa cozida tem espaços com ar.
  2. O pão ázimo, não fermentado, que produz pães geralmente achatados, mais consistentes; estes podem ser cozidos no forno ou assados numa chapa (ou frigideira), ou mesmo fritos.


Surgimento do pão

Segundo os historiadores o pão teria surgido juntamente com o cultivo do trigo, na região da Mesopotâmia, onde atualmente está situado oIraque. Supõe-se que a princípio o trigo fosse apenas mastigado.
Acredita-se que os primeiros pães fossem feitos de farinha misturada ao fruto do carvalho a que se chama bolota, landes ou noz. Seriam alimentos achatados, duros, secos e que também não poderiam ser comidos logo depois de prontos por serem bastante amargos. Assim, talvez fosse necessário lavá-los em água fervente por diversas vezes antes de se fazer as broas que eram expostas ao sol para secar. Tais broas eram assadas da mesma forma que os bolos, sobre pedras quentes ou embaixo de cinzas .


A fermentação

fermentação é o segredo do pão. O pão levedado foi inventado no Egipto onde, há cerca de 6 mil anos seria descoberta a fermentação.
O ar contém uma quantidade enorme de microrganismos, nomeadamente esporos de fungos de levedura (Saccharomyces cerevisiae), que encontram nas massas de pão as condições adequadas para se alimentar do amido da farinha. Em consequência da acção desses microrganismos, o amido divide-se em anidrido carbónico (CO2) e álcool. As bolhas do gás carbónico não conseguem escapar através da superfície e fazem inchar (crescer) a massa, tornando-a fofa. Durante a cozedura ácido carbónico e álcool conseguem escapar, mas o seu efeito fica, na porosidadesabor e aroma do pão.
O primeiro pão fermentado teria sido descoberto por acaso. Se uma massa (sem qualquer fermento adicionado) for deixada ao ar, ela irá levedar. Em função das condições de temperatura e umidade, o tempo necessário para a fermentação natural pode variar de entre 4 a 8 horas, mas a massa acabará por levedar. Se antes de cozer a massa se retirar uma porção da massa levedada, obtem-se o fermento para a próxima fornada. A esta forma de fermentação chama-se fermentação natural ou massa velha.
O pão fermentado com massa velha fica com um sabor e aroma característicos, às vezes com um ligeiro travo ácido ou avinagrado. Em Portugal ainda se produz muito pão de massa velha. O pão alentejano e muitas broas minhotas são exemplos disso. Nas grandes superfícies comerciais e nas casas de produtos naturais/saudáveis também se encontra pão demassa velha ou fermento natural.
No entanto, a industrialização trouxe formas mais rápidas de produzir pão. O fermento de padeiro, que na grande maioria é utilizado para a fermentação do nosso pão, é um concentrado de leveduras (Saccharomyces cerevisiae). Como concentrado que é, torna a fermentação mais rápida e mais intensa. No entanto, os mais atentos ao paladar do pão detentam a falta dos sabores e aromas que o fermento de padeiro não consegue "imitar".


O pão no Antigo Egito

As vantagens da fermentação e o consumo do pão mais semelhante ao que comemos hoje, era utilizada pelos egípcios há 4.000 anos a.C. No Antigo Egito, o pão pagava salários, e os camponeses ganhavam três pães e dois cântaros de cerveja por dia de trabalho.
O sistema de fabricação dos egípcios era muito simples – pedras moíam o trigo que adicionado à água formavam uma massa mole – e foram mostradas em pinturas encontradas sobre tumbas de reis que viveram por volta de 2.500 a.C.


Em Israel

As primeiras padarias surgiram em Jerusalém, após o contato com os egípcios, com quem os hebreus aprenderam melhores técnicas de fabricação e obtiveram a receita. Pouco tempo depois, já existia na cidade uma famosa rua de padeiros.


Na Antiguidade Clássica

O pão também teve sua história na Grécia e em Roma.
Na Grécia ocorreu na mesma época que no Egito, já em Roma foi bem mais tarde (800 anos a.C.), porém com grande importância.
Foi em Roma, por volta de 500 a.C. que foi criada a primeira escola para padeiros, tendo se tornado o principal alimento daquela civilização preparado em padarias públicas.
Pode-se dizer que, com a expansão do Império Romano, o hábito de consumir pão foi difundido por grande parte da Europa


Na Idade Média

Com o início da Idade Média, por volta do ano 476 da era comum, as padarias acabaram e a produção de pão voltou a ser caseira. Assim, as pessoas voltaram a comer pão sem fermento.
A partir do século XII, na França, a panificação volta a ser como antes.
Na Idade Moderna
No século XVII, a França torna-se um destaque mundial na fabricação de pães, desenvolvendo técnicas aprimoradas de panificação.


A industrialização do pão

O aparecimento da máquina ocorre somente no século XIX, com amassadeiras (hidráulicas ou manuais), com um custo muito alto e também com grande rejeição. Os consumidores mostraram-se “hostis” com o pão feito mecanicamente. Pouco tempo depois surge o motor elétrico e a reclamação passa a ser dos padeiros. Cada máquina substituía dois padeiros.
Hoje o trigo é tratado em moinhos, é lavado, escorrido e passado por cilíndricos que separam o grão da casca.



Como Fazer o Pão

O pão é muito simples de fazer. Podem utilizar-se as seguintes proporções básicas: 40% de peso em água; 58% de peso em farinha (este pode-se desdobrar em 75% de farinha de trigo+25% de farinha integral à escolha); 1% de peso em fermento de padeiro; e 1% de peso em sal. Amassa-se tudo e deixa-se levedar durante 2 a 3 horas num local ameno, coberta com um pano, e vai ao forno
As condições ideais para fermentar a massa são 26 °C (24 a 27 °C) de temperatura e uma umidade relativa do ar entre 70 a 75%. Com ar mais seco, forma-se uma crosta sobre a massa fermentada prejudicando a fermentação e reduzindo a qualidade do pão.
A temperatura de referência para cozer pão é de 240 °C. No entanto, a temperatura deverá ser ajustada em função do tamanho dos pães a cozer. Pães grandes com temperaturas altas irão formar uma côdea espessa antes de cozer o interior. Uma temperatura mais baixa (200 °C) permite cozer mais uniformemente. Pães pequenos com temperaturas altas perdem toda a água e o pão fica seco como as "carcaças".
Mais recentemente surgiram no mercado máquinas caseiras de fazer pão. Elas amassam, levedam e cozem o pão, sozinhas e permitem programar a hora de pão quente. A preparação leva menos de 5 minutos, o tempo necessário para a colocação dos ingredientes. O processo automático de amassar, levedar e cozer pode levar cerca de três horas. As máquinas de fazer pão são um pequeno electrodoméstico com uma forma amovível revestida a material antiaderente. Essa forma tem uma ou duas pás no fundo (amovível revestida a antiaderente) para baterem a massa. No interior da máquina há uma resistência eléctrica para cozer o pão. Têm ainda um relógio para programar a hora de pão pronto.



pão integral é pão composto com farinhas integrais, ou seja, com farinhas completas às quais não foram retirados quaisquer constituintes. Durante o processo de moagem e em função do tipo de peneiração e do grau de moagem (farinha mais ou menos fina) obtêm-se farinhas mais ou menos completas. As farinhas obtidas por processos de moagem menos agressivos e sem qualquer tipo de peneiração são as verdadeiras farinhas integrais.
Existem no mercado falsos produtos integrais, constituídos com farinha refinada à qual é acrescentado farelo. Entretanto, este tipo de farinha não é integral porque lhes faltam um conjunto de constituintes que se perderam. Por exemplo, uma mistura de farinha de trigo refinada com farelo, não contém gérmen de trigo, que é o elemento mais rico do grão de trigo.


Consumo de pão

Organização Mundial da Saúde recomenda que as pessoas comam 50 kg de pão em um ano. O país que mais come pão é Marrocos, sendo que em média cada marroquino come 100 kg de pão por ano. O país que mais se aproxima do ideal é o Uruguai, comendo em média 55 kg/pessoa/ano.

RECEITA ESPERTA E RÁPIDA:


Pão Caipira
Ingredientes:1 kg de farinha de trigo1 tabletes de fermento 1/2 litro de água levemente morna1 colher (sopa) de banha1 colher (sopa) de açúcar refinado1 colher (chá) de sal


Pão Caseiro Enriquecido
Ingredientes:


1 tabletes de fermento 
2 xícaras de leite levemente morno2 colheres (sopa) de banha (melhor) ou manteiga3 ovos1 colheres (sopa) de açúcar refinado1 colheres (chá) de sal1 kg de farinha de trigo

Preparo:

Preparo das duas receitas acima:
Dissolva o fermento no açúcar refinado.
Junte o líquido, que deve estar quase frio.
Acrescente 1 xícara de farinha.
Deixe crescer 30 minutos em lugar tampado e sem vento (forno comum ou de microondas).
Junte os outros ingredientes. 
Sove muito bem e com força.
Deixe crescer novamente até dobrar de volume.
Divida em dois e faça os formatos.
Coloque na assadeira (sem untar) que vai ser assado e deixe crescer novamente.
Esses pães não ficam muito dourados por cima, verifique por baixo, quando estiver dourado está bom.